terça-feira, 30 de junho de 2015
Stalkeadora
Rede social é, na minha opinião, essencial quando você conhece uma pessoa. Você descobre o que a pessoa curte, o que ela faz, se tem mais amigos ou amigas, se vai em baladas ou sai com a família, que tipo de música escuta, os filmes que assiste ou livros que lê, etc. Eu sou uma stalker de mão cheia, mexo mesmo, procuro tudo que quero saber. O que mais gosto é ver o maior número de fotos possíveis (se possível todas) e, principalmente, aquelas em que a pessoa foi marcada, porque são as mais espontâneas.
Sempre fui assim, pesquiso a vida inteira de quem eu quero e, na maioria das vezes, fico sabendo de muita coisa útil. Por exemplo: um livro que quase ninguém leu, mas aquela pessoa específica leu e gostou. Ou uma banda que você considera um gosto essencial a qualquer ser humano e que ele(a) também escuta. São encontradas muitas informações boas, mas também algumas ruins. E eu já descobri tantas coisas fuçando o Facebook ou o Instagram das pessoas.
Uma vez, vi um ex meu pegando uma garota e, quando fui olhar, ele estava "em um relacionamento sério" com outra garota. Fiquei louca pra contar pra menina e ferrar com a vida dele, mas como eu era a ex deixei pra lá, né? Ninguém acredita nas antigas namoradas do boy mesmo. Tem um garoto que eu conheço que mente a idade na rede social e nem a namorada dele sabe a verdade (muito idiota). Pior de tudo é quando você conhece o cara e acha ele um fofo, mas quando você vê ele posta fotos cada dia com uma garota diferente (típico galinha) ou quando você fica com o garoto e no dia seguinte, ao olhar o status de relacionamento dele você se depara com um "em um relacionamento sério com ......... ".
Isso tudo pode parecer um pouco estranho ou talvez meio louco. E acho que realmente aparenta ser um momento de insanidade. Porém, partindo desse péssimo hábito, acabei não caindo na lábia de idiotas, deixei de acreditar em pessoas falsas, entre tantas outras coisas. Não é invasão de privacidade, nem crime. Se foi publicado é porque você tem orgulho e acredita naquilo. Logo sei que tudo que está escrito em suas redes sociais definem quem é essa pessoa que estou conhecendo.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Esperar?!
Quantos últimos dias do ano eu passei esperando que algo extraordinário acontecesse? Em quantos aniversários acordei pensando que tudo seria diferente nesse próximo ano? Quantas vezes eu escondi a vontade de falar com você simplesmente para não ser a primeira a dizer alguma coisa? Quantas balas coloquei na boca numa esperança inútil de ser beijada? Quantos dias fechei os olhos para dormir sentindo que acordaria sendo outra pessoa? Quantas vezes disse que estava tudo bem e me sentia um lixo?
Foram muitos pensamentos, inúmeras vontades e uma esperança infinita de que a vida mudaria num estalar de dedos. Vivemos esperando que alguém ligue ou que alguma coisa aconteça. E, apesar de nos manter firmes e sobreviventes, a esperança nos torna passivos em nossas próprias vidas. Ficamos aguardando, sonhando, imaginando; mas, na maioria das vezes, não vamos em busca daquilo que queremos. Somos orgulhosos e egoístas. Temos uma convicção estupidamente burra de que a pessoa ao nosso lado fará aquilo que nós pensamos e desejamos fazer.
Confesso que não sou exceção a essa regra. E quase nunca tomo atitudes que farão meu futuro tão sonhado se tornar realidade. Às vezes por falta de coragem, outras por pura comodidade. Não tenho orgulho disso, mas é a verdade. É difícil dar o primeiro passo e manter-se de pé quando a gravidade parece querer levar o seu corpo ao outro lado do planeta Terra.
O que devemos fazer, então? Como reagir a esse medo de tentar? Onde guardar a esperança que faz o coração acelerar? Não sei. O que eu sei é que essa expectativa de viver algo extraordinário nos leva aos sonhos mais lindos e às maiores decepções de nossas vidas. Ainda bem que existe o amanhã para criar coragem. É melhor não correr o risco de não haver um depois para fazer tudo que queremos. Insegurança, medo, falta de coragem, essas coisas só pesam a nossa bagagem de vida e nos privam de um viver leve, simples e bonita.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Amor errado?
Caro ex,
Você é um idiota, sabia? Terminar pela internet e dizer que precisa se concentrar nos estudos, como assim? Eu te atrapalhava? Não entendo essa sua lógica e, me desculpa se eu te ofender nesse texto. Desculpa? Não. Bem feito pra você. É tudo verdade, você foi um idiota comigo e nem foi uma única vez. Tá pensando o quê? Que eu quero pedir pra você voltar e ficar pra sempre ao meu lado? Não! Cansei. Esperar você é pedir pra ser magoada novamente. Já fiz isso uma vez e só consegui me machucar mais.
Eu não te culpava pelo nosso fim, mas o que foi que eu fiz de errado? Eu não disse "Eu te amo!" uma quantidade de vezes suficiente? Teria que provar? Querido, nem se fosse a única forma de manter você perto de mim. Até porquê, agora, eu prefiro não ver a sua cara nem pintada de ouro pedindo desculpas e dizendo que me ama. Sinto muito por ter demorado tanto tempo pra me libertar desse sentimento de culpa por você ter ido embora.
Sabe o que é engraçado? O maior erro não foi seu. Eu errei. Deixei você entrar, bagunçar e sair da minha vida. E, como se não bastasse, deixei você voltar e bagunçar tudo de novo para depois ir embora do mesmo jeito de antes. Foi muita burrice da minha parte. Às vezes me pergunto como consegui ser tão mais idiota do que você. Achei que o troféu de mais idiota fosse seu, mas não, ele é meu. A minha ingenuidade foi grande demais pra ver a sua falta de sinceridade comigo.
Não quero magoar ninguém, já basta o meu coração doente, só queria desabafar mesmo. Guardar essas pensamentos só pra mim seria guardar você comigo. Prefiro ter espaço para pessoas melhores no meu coração e na minha mente. E, se você ainda não sabe, eu estou bem melhor sem você. A vida está mais leve, mais fácil e bem mais divertida. Ainda bem que consegui me libertar desse amor tão errado, se é que posso chamar isso de amor.
Atenciosamente, sua ex.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Somente só
Um dos maiores medos da humanidade é a solidão. Vivemos dizendo que nascemos sozinho e que morreremos do mesmo jeito. Só que não acreditamos verdadeiramente nisso. Procuramos em todas as esquinas e de variadas formas alguém em quem confiar, alguém para desabafar, alguém para aconselhar. O único problema é que, antes de procurar a resposta para os nossos problemas nos outros, devemos descobrir em nós mesmos o que deve ser feito.
O que é certo para você? O que deixa seu dia mais alegre? Qual o caminho o seu coração disse que você deve seguir? Essas são as perguntas certas. Ninguém sabe quanta dor e sofrimento você já passou. Nenhuma outra pessoa vai dar o primeiro passo para a sua carreira de sucesso ou para o começo de uma família. Somente você pode fazer acontecer. Só o seu coração deve ser ouvido.
Às vezes, é claro, precisamos de um amigo para dizer: "Cara, você está indo pelo caminho errado, volta!" ou "Ei, você vai conseguir, basta acreditar!" Mas não podemos nos tornar dependentes das respostas e escolhas de outros. Precisamos levantar e começar a caminhada da nossa vida. Porque ninguém além de você tem o dever de trilhar o seu caminho. Ele é seu, só seu. Aparecerão muitas pessoas nessa estrada, algumas caminharão junto com você por um tempo, outras estarão em sentido contrário. Haverá competição e também cooperação. Só que a mais pura realidade é que, se você não tiver coragem para continuar, não haverá quem possa te empurrar ou puxar.
Acredite em si mesmo. Você é forte, corajoso e vai chegar onde quiser. Não deixe pessoas de coração impuro lhe falarem que está errado, que nãos vai conseguir. Você pode ser quem quiser ser. E só você pode ser você. Encontre um sonho e agarre-o. Lute por ele e aproveite cada minuto até chegar o dia em que você chegará lá. Sinta, chore, ria, brigue e faça as pazes, ame e diga isso (mas só se for verdadeiro), seja você mesmo, liberte-se, descubra-se. Somente dessa forma a sua consciência ficará tranquila e o seu coração cheio de alegria.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Talvez seja um clichê
Eu sinto tanta falta de ficar brava quando você insistia em dizer que me amava umas trinta vezes em uma hora. Sinto saudades de você me abraçando mesmo que eu quisesse ficar só. Sinto falta de você me surpreendendo com coisas simples. Tenho saudades de ter você perto de mim, mesmo que fosse pra gente brigar. Porque, honestamente, eu nem sei viver sem a sua presença, o seu sorriso, seu abraço, seu jeito romântico. Todos os seus defeitos são perfeitos, eles nem me incomodam.
Sei que é tarde demais para pedir que você volte, por isso não o farei. Quero apenas dizer que o amo e que, apesar da dor que sinto estando longe, desejo que você encontre a felicidade. Não importa com quem, o que me interessa é te ver bem. Eu gostaria de poder dizer que quero sua amizade, mas tenho certeza que seria muito difícil ver você seguindo em frente e me esquecendo.
Eu nunca quis assumir completamente o nosso relacionamento e acho que foi por isso que você preferiu conhecer outras pessoas. Foi um erro meu, sei disso. Só que naquele tempo eu não estava pronta para um relacionamento sério. Na verdade, eu nem sabia que o que eu sentia era amor. Talvez seja um clichê, mas só depois de te perder eu consegui perceber o quanto esse sentimento é forte e o quanto que você é importante pra mim.
Não sei se devo pedir desculpas a você ou a mim mesma. Fui covarde e infantil. Demorei para valorizar você. E agora estou arrependida, porém de nada adianta. Você já seguiu em frente e está diferente, amadureceu, agora tenho que aceitar que o nosso tempo já acabou. Preciso seguir em frente. Mas não tenho a menor ideia de como fazer isso. Já recebi todos os conselhos que imaginar e até já li um auto ajuda sobre relacionamentos. Coloquei tudo em prática e me sinto melhor agora, apesar de ainda não ter esquecido você.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
História de nós dois - Parte 3
Havia se passado mais ou menos um ano desde o dia em que soube do namoro dele e, pela primeira vez, eu me apaixonei por outro cara. Ele era o oposto de mim, muito grosso, mas um romântico no final das contas. Não durou muito tempo, porque começamos a perceber que éramos muito diferentes. Após o fim desse relacionamento, não quis me envolver emocionalmente com mais ninguém. Se conhecia um garoto legal deixava rolar, mas superficialmente.
Felizmente ou não, nossas vidas se cruzaram novamente. Começamos a conversar através da internet e acabamos voltando a ser amigos, mas tanto ele quanto eu queríamos mais do que uma amizade. Ele me chamou para sair e eu disse que sim. Não aconteceu pelos mais diversos motivos. Às vezes, quando ele podia eu estava ocupa, ou quando eu estava disponível ele tinha que ficar com a mãe. Foram vários dias tentando fazer dar certo, porque sabíamos que ainda tinha algo a acontecer.
Mas, no final das contas, acabamos por não nos encontrar, então apenas continuamos conversando. Até que um dia, ao falar a ele que estava livre para sair no fim de semana seguinte se ele quisesse, ele me disse que tinha voltado a namorar - a mesma garota que ele namorou depois de terminarmos - e eu simplesmente disse que tudo bem - o que eu poderia dizer? -, mas não estava nada bem. Eu senti que era uma completa idiota por permitir a mim mesma que sentisse algo por ele novamente. Fui burra, ingênua. Acreditei que poderíamos recomeçar. Só que aquele era o nosso fim. O verdadeiro fim.
Daquele dia em diante eu passei a pensar nele com mais frequência, o que deixou mais difícil aceitar que não existirá mais nada entre nós dois. E mesmo agora, mais de um ano depois desse acontecimento, eu ainda penso nele. Não é tão doloroso, nem fico com vontade de chorar, mas o coração ainda fica apertado, um pouco solitário, com medo.
Não foi como nos filmes, foi como tinha de ser. Acho que éramos muito jovens, estava cedo demais para nós dois. Deixamos as coisas fluírem por vontade de que desse certo, mas a verdade é que não era pra ser, então não daria certo de jeito nenhum. Demorou até eu perceber isso, mas agora que sei, posso seguir em frente.
Felizmente ou não, nossas vidas se cruzaram novamente. Começamos a conversar através da internet e acabamos voltando a ser amigos, mas tanto ele quanto eu queríamos mais do que uma amizade. Ele me chamou para sair e eu disse que sim. Não aconteceu pelos mais diversos motivos. Às vezes, quando ele podia eu estava ocupa, ou quando eu estava disponível ele tinha que ficar com a mãe. Foram vários dias tentando fazer dar certo, porque sabíamos que ainda tinha algo a acontecer.
Mas, no final das contas, acabamos por não nos encontrar, então apenas continuamos conversando. Até que um dia, ao falar a ele que estava livre para sair no fim de semana seguinte se ele quisesse, ele me disse que tinha voltado a namorar - a mesma garota que ele namorou depois de terminarmos - e eu simplesmente disse que tudo bem - o que eu poderia dizer? -, mas não estava nada bem. Eu senti que era uma completa idiota por permitir a mim mesma que sentisse algo por ele novamente. Fui burra, ingênua. Acreditei que poderíamos recomeçar. Só que aquele era o nosso fim. O verdadeiro fim.
Daquele dia em diante eu passei a pensar nele com mais frequência, o que deixou mais difícil aceitar que não existirá mais nada entre nós dois. E mesmo agora, mais de um ano depois desse acontecimento, eu ainda penso nele. Não é tão doloroso, nem fico com vontade de chorar, mas o coração ainda fica apertado, um pouco solitário, com medo.
Não foi como nos filmes, foi como tinha de ser. Acho que éramos muito jovens, estava cedo demais para nós dois. Deixamos as coisas fluírem por vontade de que desse certo, mas a verdade é que não era pra ser, então não daria certo de jeito nenhum. Demorou até eu perceber isso, mas agora que sei, posso seguir em frente.
terça-feira, 9 de junho de 2015
História de nós dois - Parte 2
O mais difícil foi saber por ele, porque não havia como não acreditar. Foi muito doloroso e eu chorei como nunca antes, não na frente dele. Só que ele acabou sabendo que eu estava muito mal e veio conversar comigo alguns dias depois. Ele me perguntou se eu realmente gostava dele e, por mais que não quisesse admitir, acabei falando que sim. Então ele disse que havia terminado com a garota por minha causa, porque ele preferia ficar comigo. Quase pulei de tanta alegria.
Voltamos a namorar nesse mesmo dia. A cada dia que passava mais apaixonada eu ficava. Infelizmente, o ano letivo chegou ao fim em poucas semanas. Eu ainda não estava pronta para falar com meus pais sobre o namoro, então, quando chegou o último dia de aula, nós decidimos que tentaríamos continuar juntos mesmo sem nos encontrarmos. E deu certo... por um tempo.
As festas de fim de ano passaram e duas semanas após o ano novo ele me mandou uma mensagem dizendo que queria terminar o namoro. Fiquei arrasada e fui perguntar a ele qual o motivo. Ele me disse que precisava se concentrar nos estudos e que nós dois não daria certo. Achei a desculpa pior do que o fato em si. Mas não tinha nada que eu pudesse fazer a respeito.
Por muito tempo eu não me importei com o término e nem pensava nele. Até que um dia, voltando da escola para a casa eu o vi passando na rua com uma menina. Fiquei surpresa e quis saber quem era ela. Procurei nas redes sociais dele e, além de descobrir que ele havia me excluído, vi que ele estava namorando. Não sei o que doeu mais: lembrar da desculpa que ele deu para terminar ou saber que ele tinha seguido em frente e me esquecido.
Esse dia foi um dos mais complicados da minha vida. Eu não tinha com quem conversar sobre o assunto, porque minhas amigas na nova escola não conheciam a minha história com ele e aquelas que sabiam tinham se afastado de mim. Me senti muito solitária, cheguei a pensar que não existiam motivos para estar viva.
Voltamos a namorar nesse mesmo dia. A cada dia que passava mais apaixonada eu ficava. Infelizmente, o ano letivo chegou ao fim em poucas semanas. Eu ainda não estava pronta para falar com meus pais sobre o namoro, então, quando chegou o último dia de aula, nós decidimos que tentaríamos continuar juntos mesmo sem nos encontrarmos. E deu certo... por um tempo.
As festas de fim de ano passaram e duas semanas após o ano novo ele me mandou uma mensagem dizendo que queria terminar o namoro. Fiquei arrasada e fui perguntar a ele qual o motivo. Ele me disse que precisava se concentrar nos estudos e que nós dois não daria certo. Achei a desculpa pior do que o fato em si. Mas não tinha nada que eu pudesse fazer a respeito.
Por muito tempo eu não me importei com o término e nem pensava nele. Até que um dia, voltando da escola para a casa eu o vi passando na rua com uma menina. Fiquei surpresa e quis saber quem era ela. Procurei nas redes sociais dele e, além de descobrir que ele havia me excluído, vi que ele estava namorando. Não sei o que doeu mais: lembrar da desculpa que ele deu para terminar ou saber que ele tinha seguido em frente e me esquecido.
Esse dia foi um dos mais complicados da minha vida. Eu não tinha com quem conversar sobre o assunto, porque minhas amigas na nova escola não conheciam a minha história com ele e aquelas que sabiam tinham se afastado de mim. Me senti muito solitária, cheguei a pensar que não existiam motivos para estar viva.
terça-feira, 2 de junho de 2015
História de nós dois - Parte 1
Encontrar o ponto inicial de uma história é uma tarefa um pouco complicada e, nem sempre é possível. Só que, no meu caso, eu sei que tudo começou naquela noite do dia 13 de agosto de 2011. E, apesar de ter se passado um bom tempo, ainda me lembro de todos os detalhes. Não sei se é idiotice minha ou se o cara dessa história pode ser considerado o meu primeiro amor. Parece até que estou falando de um conto de fadas, né? Mas não é, é a minha vida mesmo. Enfim, vou contar como foi o início desse romance (se é que posso chamar assim).
Era a festa de aniversário de 15 anos de uma amiga e eu estava sentada numa mesa conversando com algumas meninas, quando um amigo meu apareceu e me perguntou se eu aceitava ficar com o irmão dele. Como eu sou dessas que finge que é difícil, falei que ia pensar e, assim que ele saiu de perto da mesa, perguntei para as minhas amigas o que elas achavam disso. Elas disseram que era pra eu aproveitar, então, eu aceitei e acabei gostando de ficar com o garoto. Passamos o resto da noite juntos, conversamos bastante e antes de ir embora ele pediu para continuar conversando e ficando comigo. Eu disse que sim.
Na semana seguinte, no intervalo da aula, ele veio conversar comigo. Isso se repetiu por alguns dias e acabamos nos aproximando. Depois de umas duas semanas nesse relacionamento sem nome, foi o meu aniversário. Ele me deu chocolates de presente, além de ter ajudado as minhas amigas a fazerem uma festa surpresa pra mim. Nem preciso dizer que chorei muito nesse dia, né?
Alguns dias depois, ele disse que queria conversar comigo, mas o horário de aula começou e a conversa ficou para o intervalo. Assim que o sinal para bateu nos encontramos, perguntei o que ele queria falar e, depois de muita enrolação e uma quase briga, ele me pediu em namoro. Lógico que aceitei, já estava apaixonada. E, a partir daí, foi romance puro (até demais). Depois de um mês juntos, já estava na hora de contar aos meus pais, mas eu não quis, fiquei com medo de eles não aceitarem. Só que o garoto acabou me pressionando e eu tive que contar para a minha mãe. Ela não aceitou, disse que eu era muito nova e que não estava na hora de namorar. Fiquei indignada, mas acabei concordando com ela e terminei o namoro. Foi horrível.
O fim desse relacionamento foi, no início, tranquilo. Me senti um pouco livre, porque ele era muito pegajoso. Mas essa sensação de liberdade não durou muito. Uns três meses depois eu comecei a perceber que realmente gostava dele e que não importava o que meus pais disessem eu queria ficar com ele pra sempre. Só que a vida não é um conto de fadas, ele já tinha me esquecido e estava ficando com outra garota.
Era a festa de aniversário de 15 anos de uma amiga e eu estava sentada numa mesa conversando com algumas meninas, quando um amigo meu apareceu e me perguntou se eu aceitava ficar com o irmão dele. Como eu sou dessas que finge que é difícil, falei que ia pensar e, assim que ele saiu de perto da mesa, perguntei para as minhas amigas o que elas achavam disso. Elas disseram que era pra eu aproveitar, então, eu aceitei e acabei gostando de ficar com o garoto. Passamos o resto da noite juntos, conversamos bastante e antes de ir embora ele pediu para continuar conversando e ficando comigo. Eu disse que sim.
Na semana seguinte, no intervalo da aula, ele veio conversar comigo. Isso se repetiu por alguns dias e acabamos nos aproximando. Depois de umas duas semanas nesse relacionamento sem nome, foi o meu aniversário. Ele me deu chocolates de presente, além de ter ajudado as minhas amigas a fazerem uma festa surpresa pra mim. Nem preciso dizer que chorei muito nesse dia, né?
Alguns dias depois, ele disse que queria conversar comigo, mas o horário de aula começou e a conversa ficou para o intervalo. Assim que o sinal para bateu nos encontramos, perguntei o que ele queria falar e, depois de muita enrolação e uma quase briga, ele me pediu em namoro. Lógico que aceitei, já estava apaixonada. E, a partir daí, foi romance puro (até demais). Depois de um mês juntos, já estava na hora de contar aos meus pais, mas eu não quis, fiquei com medo de eles não aceitarem. Só que o garoto acabou me pressionando e eu tive que contar para a minha mãe. Ela não aceitou, disse que eu era muito nova e que não estava na hora de namorar. Fiquei indignada, mas acabei concordando com ela e terminei o namoro. Foi horrível.
O fim desse relacionamento foi, no início, tranquilo. Me senti um pouco livre, porque ele era muito pegajoso. Mas essa sensação de liberdade não durou muito. Uns três meses depois eu comecei a perceber que realmente gostava dele e que não importava o que meus pais disessem eu queria ficar com ele pra sempre. Só que a vida não é um conto de fadas, ele já tinha me esquecido e estava ficando com outra garota.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Top 10 - Casais
- Antes mesmo de se tornar um filme (1968), a história de Romeu e Julieta já era famosa. Um casal que derruba todas as barreiras para ficar juntos. Julieta Capuleto e Romeu Monthecchio.
- Lançado em 5 de julho de 1980, o filme A lagoa azul conquistou uma legião de fãs em todo o mundo com sua linda história de superação e amor. Emmeline e Richard Lestrange.
- Filme de 1990, Ghost foi além e trouxe um romance puro, misterioso e cheio de beleza. Molly Jesen e Sam Wheat.
- Em 18 de novembro de 1997, o filme Titanic foi ao ar pela primeira vez. A partir desse dia o mundo passou a ter um exemplo único e lindo de amor verdadeiro. Rose DeWitt Bukater e Jack Dawson.
- Lançado em maio de 1999, 10 coisas que eu odeio em você trouxe um romance diferenciado, que mostra as imperfeições que existem todos os relacionamentos. Kat Stratford e Patrick Verona.
- Em 2004 um dos livros mais emocionantes da história se tornou um dos mais lindos filmes do cinema. O diário de um paixão mostra que o poder do amor vai além da nossa compreensão. Allie Hamilton e Noah Calhoun.
- Hitch - Conselheiro Amoroso (2005) é um romance bonito que mostra o quanto não podemos tentar ser quem não somos num relacionamento. Sara Melas e Alex 'Hitch' Hitchens.
- Em A proposta, filme de 2009, o romance é inesperadamente esperado e encantadoramente engraçado. Margaret Tate e Andrew Paxton.
- Em novembro de 2012 o cinema recebeu uma das histórias de amor mais excêntricas, cheia de confusões e loucuras. Tiffany Maxwell e Pat Solatano.
- No dia 2 de junho de 2014 chegou às telas um romance intenso e emocionante que já era um enorme sucesso como livro e o casal dessa envolvente história é o meu preferido, apesar das circunstâncias. Hazel Grace Lancaster e Augustus Waters.
Assinar:
Postagens (Atom)














